Blog da dona Julha
  26/09/2005

"Eis o meu segredo. É muito simples: Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos."

Antoine de Saint-Exupéry

Escrito por JULIA ALVES RIBEIRO null em 26/09/2005
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Para quem sofre como a Dona Julha de: ansiedade, insônia e gastrite crônica...


Galeria de fotos do lendário fotógrafo Henri Cartier Bresson


A ARTE DE NÃO ADOECER
DR. DRAUZIO VARELLA


Se não quiser adoecer - "Tome decisão"
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade,
na angústia. A indecisão acumula problemas,
preocupações, agressões.

A história humana é feita de decisões.
Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder
vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas
indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e
problemas de pele.
Se não quiser adoecer - "Busque soluções"·





Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os
problemas.Preferem a lamentação, a murmuração, o
pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a
escuridão
. Pequena é a abelha, mas produz o que de
mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento
negativo gera energia negativa que se transforma em
doença.

Se não quiser adoecer - "Fale de seus sentimentos"·



Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos,
acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores
lombares, dor na coluna. Com o tempo a repressão dos
sentimentos degenera até em câncer. Então vamos
desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade,
nossos segredos, nossos pecados..





O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e
excelente terapia.

Se não quiser adoecer - "Não viva de aparências"
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre
dar a impressão que está bem, quer mostrar-se
perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de
peso... uma estátua de bronze, mas com pés de barro.
Nada pior para a saúde que viver de aparências e
fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz.





Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.
Se não quiser adoecer - "Aceite-se"
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima,
faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu
mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se
aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores,
competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar
ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom
senso e terapia.



Se não quiser adoecer - "Confie"
Quem não confia, não se comunica, não se abre, não
se relaciona, não cria liames profundos, não sabe
fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há
relacionamento. A desconfiança é falta de fé.

Se não quiser adoecer - "Não viva sempre triste"




O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam
a saúde e trazem vida longa
. A pessoa alegre tem o
dom de alegrar o ambiente em que vive. "O bom humor
nos salva das mãos do doutor".

Alegria é saúde e terapia.



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Escrito por JULIA ALVES RIBEIRO null em 26/09/2005
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  19/09/2005


fonte: http://fotolog.net/fleshbeckcrew

Condomínios ocupam os muros com arte para combater o vandalismo, de limpeza cara e que desvaloriza o patrimônio
Julia Ribeiro

Especial para o JB


Uma solução criativa e ousada para evitar a pichação transforma os muros de edifícios em telas. Pioneiros no Rio de Janeiro, prédios na Zona Sul misturam a estrutura clássica com o grafite, que sai da marginalidade e ganha status de obra de arte.



Na Rua Vinícius de Moraes,
mural assinado pelo grupo Fleshbeck Crew


Na Rua Vinícius de Moraes, em Ipanema, um muro de cores fortes é fotografado diariamente por turistas encantados com o trabalho. No entanto, alguns proprietários demoraram para se acostumar com a solução radical. O prédio, construído em 1926, foi pintado diversas vezes antes de receber o grafite. Mas os pichadores não deram trégua e os moradores, incomodados com a situação, aprovaram a idéia sugerida pela artista plástica Maria Thereza Capell, a Tetê.

Ela conheceu o trabalho dos artistas na imprensa e hoje o muro desperta curiosidade nas ruas de Ipanema.
- Os pichadores e grafiteiros são tribos que se respeitam. Solucionamos o problema com arte - diz a artista. O mural, assinado pelo grupo Fleshbeck Crew, explora a temática do fundo do mar e conta com a assinatura do conceituado artista plástico nova-iorquinho Dazi, que acrescentou um peixe à obra.

- Não foi fácil, porque é um prédio convencional. Hoje, até os moradores mais tradicionais se renderam e elogiam - conta Tetê. No prédio há 32 anos, a italiana Fiorenza Fonda, de 60 anos, achava que um dos edifícios mais antigos de Ipanema não combinava com tanta modernidade.



A arte do Fleshbeckcrew se mistura
com a paisagem no Morro dos Prazeres


- Foi uma solução extrema, mas o problema da pichação acabou de vez. Depois do choque inicial, passei a admirar o trabalho - comentou Fiorenza.


O muro do Jóquei Clube na Rua Jardim Botânico se transformou em um museu a céu aberto do grafite. Depois de se popularizar na Zona Sul, a produção dos grafiteiros é vista também em fachadas de prédios que apostam na arte para evitar a destruição do piche.

Bruno Bogossian, um dos responsáveis pelo painel da Vinícius de Moraes, diz que a tendência ainda é embrionária no Brasil.

- Em Atenas, Barcelona e Paris, por exemplo, já é comum ver edifícios e casas utilizando o grafite como arte para evitar a pichação - constata o artista.
(...)


TRECHO DE MATÉRIA PUBLICADA NO CADERNO IMÓVEIS/JB 2004


Caixa de luz, na esquina da rua Jardim Botânico.

Leia mais em:
Materia Grafite_JB_completa.rtfeta.rtf
Escrito por JULIA ALVES RIBEIRO null em 19/09/2005
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  17/09/2005
LEIAM A RESENHA DE DONA JULHA!
ESTRÉIA DA COLUNA BATIDA CARIOCA NO SITE MUSICGLOBE

BRINCAR DE SER FELIZ
Los Hermanos hipnotiza platéia carioca no show de lançamento EM:

http://musicglobe.musiconline.com.br/noticias_view.php?id=99
Escrito por JULIA ALVES RIBEIRO null em 17/09/2005
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  12/09/2005


Dona Julha a-d-o-r-o-u o show dos barbudos!

Essa ai é a música preferida dela depois de O vencedor, qual é a sua?

Condicional
Los Hermanos
Composição: Rodrigo Amarante

Quis nunca te perder
Tanto que demais
Via em tudo céu
Fiz de tudo cais
Dei-te pra ancorar
Doces deletérios

E quis ter os pés no chão
Tanto eu abri mão
Que hoje eu entendi
Sonho não se dá
É botão de flor
O sabor de fel
É de cortar

Eu sei é um doce te amar
O amargo é querer-te pra mim
O que eu preciso é lembrar e ver
Antes de te ter e de ser teu, muito bem

Quis nunca te ganhar
Tanto que forjei
Asas nos teus pés
Ondas pra levar
Deixo desvendar
Todos os mistérios

Sei que tanto te soltei
Que você me quis
Em todo o lugar
Li em cada olhar
Quanta intenção
Eu vivia preso

Eu sei é um doce te amar
O amargo é querer-te pra mim

O que eu preciso é lembrar e ver
Antes de te ter e de ser teu
O que eu queria o que eu fazia o que mais?
E alguma coisa a gente tem que amar
Mas o q não sei mais

Os dias que eu me vejo só são dias
Que eu me encontro mais e mesmo assim
Eu sei também existe alguém pra me libertar
Escrito por JULIA ALVES RIBEIRO null em 12/09/2005
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  08/09/2005

Casa vazia prova que um olhar vale mais que mil palavras


Quando o silêncio fala
Julia Ribeiro

Distante dos clichês hollywoodianos, Casa Vazia, do diretor sul-coreano Kim Ki-Duk é um delicado filme sobre solidão e amor. Vencedor do Prêmio da Crítica em Veneza, conta a história silenciosa de dois jovens que constroem uma relação de forma inusitada. De mansões a cortiços, ele invade residências e rouba a intimidade de seus donos por uma noite. Tae-Suk vaga pelas ruas de moto em busca de um lar até que invade a sala de linda mulher chamada Sun-hwa, uma frágil modelo que é violentada pelo marido. Ela é prisioneira em sua própria casa e ele é refém de sua própria solidão. É amor a primeira vista. Ela fica fascinada pela ternura e mistério do rapaz. Ai começa uma silenciosa dança de olhares e movimentos sutis de conquista.

Sun foge com ele e se torna sua companheira nas aventuras surrealistas de invasão de privacidade alheia. Discutir a relação? Nem pensar! Eles não trocam uma palavra. Isso mesmo... parece impossível imaginar uma relação assim. Pois é, nos acostumamos com trailers ensurdecedores, narrativas verborrágicas e discussões conjugais infinitas. “Ihhhhhhhh, porque você está com essa cara?”, “Fala, fala logo oque tem para me dizer! ”Tá calado porque heim?”.” O que você quis dizer com isso?”. Enfim, um tremendo blá, blá, blá que todos os casais estão acostumados. Nós, mergulhados na pós-modernidade multimídia, (Orkut, Msn, Yahoo Messenger, Google Talk...etc) não conseguimos ficar... calados. Mesmo mudos, na tela do computador pipocam tentações de fofoca e espionagem virtual. Não temos tempo para ficar quietos. Culpa da necessidade frenética de engolir informação e estar sempre “on line” e "avaliable" para conversar.

Voltando ao casal oriental, eles sempre estão “busy” e “offline” para papos furados, afinal em boca fechada não entra mosca. Dizem por ai: um olhar vale mais que mil palavras. Casa vazia é a tradução fiel dessa frase. Ângulos inusitados, desfechos imprevisíveis e a escassez das palavras lembram o mestre Akira Kurosawa. Das seqüências de luta de Ran (85) até o som das águas como trilha sonora de Sonhos (90). O silêncio é protagonista de cenas para aplaudir de pé. Mas nem sempre o silêncio fala. Muitas vezes ele é entediante mesmo. Outro filme “cabeça” oriental, de 97, a Enguia (Imamura Shohei) é repleto de close infinitos no bicho que nada para lá e para cá num silêncio sonífero. Não há cult que agüente. Em a Casa Vazia silêncio pode até incomodar na primeira metade do filme, mas com o passar do tempo quem assiste se envolve na atmosfera de sincronismo corporal dos protagonistas. O diálogo mudo de seus personagens cativa e encanta. É um filme de uma delicadeza atordoante.


Nome: Casa Vazia
Nome original: Bin-jip
Cor filmagem: Colorida
Origem: Coréia do Sul - Japão
Ano produção: 2004
Gênero: Drama - Romance
Duração: 87 min
Classificação: 16 anos
Direção: Kim Ki-duk
Elenco: Jae Hee, Lee Seung-yeon
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Escrito por JULIA ALVES RIBEIRO null em 08/09/2005
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  06/09/2005

Te vi na TV dona Julha!


Se liga na Busca - Jornalismo

Multishow
Horários: Sexta, às 21h15.
Horários Alternativos: Sábado às 9h30, Domingo às 8h30, Segunda, às 08h e às 17h30, Terça às 16h e Quinta às 14h e às 2h30 da madrugada.
Escrito por JULIA ALVES RIBEIRO null em 06/09/2005
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  05/09/2005

Sorriso discreto no Hipódromo BG


Garçom


Reginaldo Rossi

Garçom, aqui nessa mesa de bar
Você já cansou de escutar, centenas de casos de amor
Garçom, no bar todo mundo é igual, meu caso é mais um é banal
Mas preste atenção por favor
Saiba que meu grande amor hoje vai se casar
Mandou uma carta pra mim avisar, deixou em pedaços o meu coração
E pra matar a tristeza só mesa de bar, quero tomar todas, vou me embriagar
Se eu pegar no sono, me deite no chão
Garçom, eu sei, estou enchendo o saco, mas todo bebum fica chato valente e tem toda razão
Garçom, mas eu, eu só quero chorar
Eu vou minha conta pagar, por isso eu lhe peço atenção
Saiba que meu grande amor hoje vai se casar
Mandou uma carta pra mim avisar, deixou em pedaços o meu coração
E pra matar a tristeza só mesa de bar, quero tomar todas, vou me embriagar
Se eu pegar no sono, me deite no chão



Dona Julha completa 24 anos!
Escrito por JULIA ALVES RIBEIRO null em 05/09/2005
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Hip hop é pop!
Escrito por JULIA ALVES RIBEIRO null em 05/09/2005
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crie agora o seu
Esse aqui é o tal de brog que a Dona Julha vive falando. Minha patroa é jornalista e me pagou um curso de informática em Copacabana. Quando estiver de folga, vou pegar uns textos e rascunhos dela e colocar aqui procês.

Beijo no coração, Creide.
 
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