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Blog da dona Julha
 Estréia glamurosa...
Escrito por JULIA ALVES RIBEIRO null em 05/09/2005
Da série e-mails imperdíveis...
É pra cantar com a melodia de "Brincar de Indio" da Xuxa:
"Brincar de Indie"
"Vamos brincar de indie Fazer franjinha e por All Star Fazer carinha triste Escutar Weezer Mas nao chorar
Indie fazer barulho (solo de guitarra) Indie ter seu orgulho (solo de guitarra) Indie quer ter guitarra mas nem sabe tocar
Oculos de aro preto Casaco adidas, é na Funhouse que eu vou dançar E com cara blasé Fico fazendo Um air guitar
Indie fazer barulho (solo de guitarra) Indie ter seu orgulho (solo de guitarra) Indie quer ter guitarra mas nem sabe tocar"
E pra vc o que é ser indie. O que não pode faltar no guarda roupa e na atitude?
Escrito por JULIA ALVES RIBEIRO null em 05/09/2005
Metedologia de pesquisa: repetir ou não eis a questão! Julia Ribeiro (2005)
Se você... Quando lê o sumário fica desanimado... Está com um tema (e um grupo) que você odeia Não consegue escrever um objetivo simples Decidiu fazer sozinho e se arrependeu Decidiu fazer em grupo e se arrependeu mais ainda Comprou o livro “Como fazer uma tese” e não leu Está com crises de gastrite ou outra(s) doença(s) crônica(s) Tem pesadelos freqüentes Viu (ou vai ver) o semestre passar e data da entrega ficar cada vez mais perto! Tem medo de copiar do google e ela descobrir? Ri dos exemplos de erros dos outros períodos, mas sabe que semestre que vem a sua pesquisa é forte candidata à chacota coletiva? Não sabe usar Power Point! Fica enrolando para começar e acaba ligando para os amigos, vê TV, entra no msn, deleta uns e-mails e fica de bobeira no orkut? Vamos deixar de lado a social do pilotis e pensando bem, qual problema de ir para o estágio cheio de olheiras por alguns dias? Fica indignado(a) com quem vai passar as custas de seu desespero? Já desmarcou chopinho(s) porque tinha que “pesquisar”
Então você já cursou Metodologia de pesquisa e morre (ou já morreu) de medo de repetir! Fichamento, fontes de apoio, tabela chave de análise(?!?!). Trancar, abandonar ou virar noites e entregar de uma vez? Já foram ouvidos relatos que existe vida após Metodologia de pesquisa. Alunos de todos os períodos, uni-vos. Aqui será um espaço para desabafar! Entre sem bater e fique a vontade!
p.s: Porque estou aqui perdendo tempo com essa comunidade? Tenho trabalho da Karina Kuschnir para entregar! Tchau e boa sorte!
Comentário de Clara Passi após receber o texto em primeira mão:
"Este grito de socorro foi feito pela Júlia Ribeiro, que estava pesquisando "Funk no Orkut" (!). A pesquisa era toda baseada em uma comunidade que ela própria criou: "Eu amo funk das antigas." No calor dos prazos de entrega das G2, no auge da neurose de fim de período, eis que a comunidade é deletada. Trocando em miúdos: seu objeto de pesquisa se esvaiu no mundo virtual. Julia, em vez de tentar o suicídio resolveu tornar público seu drama: criou uma OUTRA comunidade no Orkut".
Esse texto inicialmente seria uma comunidade do orkut que acabou não acontencedo. Minha professora acabou recebendo e ... adorou (ver e-mail abaixo!). Saldo: depois de virar muitas noites, passei com 8.5! O senhor seja louvado!
"Oi Julia! adorei o seu texto !!! está trágico e cômico ao mm tempo -- morri de rir! quis falar com vc hoje na puc mas depois achei que vc poderia ficar chateada por alguém ter me repassado essa msg... Mais tarde, no entanto, vários alunos chegaram comentando da "nova comunidade no orkut"! Portanto já era meio público mesmo, não?? Tenho certeza de que as notas finais vão ser bem mais animadoras. Todos os obstáculos que vcs passaram vão ter valido a pena, espero! Minha opinão sobre vc só subiu vários graus -- mais do que tirar dez em metodologia, o importante na vida é ter essa disposição/energia e criatividade que vc tem de sobra!!" Ass: Karinac tem de sobra!!
eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!!!! que vc tem de sobra!!
eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!!!!
Escrito por JULIA ALVES RIBEIRO null em 03/09/2005
"O grito", do norueguês Edvard Munch
Reação Julia Ribeiro(1998)
Raiva. Eu estou com raiva de mim, das minhas mãos, do meu coração Um grito. Eu quero gritar até a voz calar, até a garganta rasgar Bater. Eu quero bater na pedra, na água, no vento Chorar. Quero chorar de amragura, raiva, de ira e fúria Diante da impotência de fazer tudo isso e nada adiantar Formigamento na mente, palpitação no coração É essa minha reação
Escrito por JULIA ALVES RIBEIRO null em 03/09/2005
O e-mail pode ser velho, mas o texto faz você refletir. Um toque piegas, uma porção de clichês e uma dúzia de lugares-comun do publicitário. 
Vida Nizan Guanaes "Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grandebandido, nem um grande canalha. Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro. E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar.
(...)
Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito:É preferível o erro à omissão. O fracasso, ao tédio. O escândalo, ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, atragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso. Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Não use "Hider", não dê férias a seus pés.
(...)
Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante oalmoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa. Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todosábado e domingo,mas que na segunda não sabem concretizar o que falam."
Escrito por JULIA ALVES RIBEIRO null em 02/09/2005
 Julha e os inanomamis na Amazônia Infinitos sons, cores e sabores (2003) Júlia RibeiroVocê vai passar 15 dias na Amazônia. Ouvi em um dia qualquer. A partir daí, a grande floresta, um gigante desconhecido que foi aos poucos foi ganhando contornos mais definidos. Os primeiros pensamentos davam margem a imaginação. Animais selvagens, índios e doenças tropicais. Apenas fragmentos desconexos e pensamentos confusos. Eu, como um ser urbano, moradora da selva de pedra não sabia o que esperar. O tempo passava e a ansiedade tomava o lugar do imaginário. Finalmente chega o esperado dia da viagem. Algumas longas horas abordo de um Hercules e estávamos em Manaus. Direto do aeroporto para o quartel em que ficaríamos pela próxima semana. A rigidez e a frieza militar que esperava cedeu lugar à simpatia e hospitalidade dos militares. O quarto confortável na sua acolhedora simplicidade fez com que em poucos dias me sentisse em casa. Uma limpeza e organização impecáveis. Banhos frios e horários rígidos começaram a fazer parte de uma nova rotina. O som da corneta ao fundo, às vezes, me fazia sentir em um filme. A cada novo dia íamos desbravar e conhecer um pouco da Amazônia. Sua gente, seus costumes e suas belezas. Meus olhos jamais tinham visto tamanha grandiosidade. A imensidão da maior floresta do mundo vista do alto ou observada de perto navegando pelos seus rios. Ouvir o canto dos pássaros, o grito estridente da ariranha ou o som provocante do seu forró. O gosto marcante e único do cupuaçu. A escolha entre Garantido ou Caprichoso. O verde da floresta o do exército. Uma Amazônia de infinitos sons, cores e sabores. Uma floresta defendida com muito amor e patriotismo. Soldados de toda parte do Brasil unidos pelo ideal de defender sua fronteira, sua selva e seu povo. A mão amiga que leva remédio, comida e esperança a populações tão distantes e esquecidas. O braço forte presente e atento. Sinto-me privilegiada de meus olhos terem registrado o que poucos verão. Voltei com o coração mais solidário e pela primeira vez verdadeiramente brasileira.
Escrito por JULIA ALVES RIBEIRO null em 02/09/2005
 fonte: http://malaluna.port5.com/galeriaS.htm DICA DO DIA: Se seu sobrenome é ansiedade, para melhorar de vida: jogue fora roupas velhas, limpe as gavetas, se livre de coisas quebradas e inúteis! Não é possível se organizar por dentro, se seu ambiente de trabalho, seu quarto, sua bolsa/mochila estão caóticos! Não deixe para amanhã, a gastrite que pode melhorar hoje! (J.R) "FENG SHUI - TÉCNICA MILENAR CHINESA DE HARMONIZAÇÃO DE AMBIENTES 1º Passo - Antes de mais nada, uma boa faxina é fundamental. Bagunça sujeira, coisas amontoadas ou objectos quebrados indicam restrição ao fluxo de energia. E, excesso de objectos gera sensação de opressão. Excesso de objetos, roupas velhas guardadas - significam estagnação de energias. Ou seja, como já tem muita coisa, não precisa receber mais nada. Se estiver localizado na área da Prosperidade, pior ainda - pois não há recebimento de coisas externas. Comece por se livrar de tudo que não tiver utilidade ou valor afectivo. Verifique se tudo está funcionando plenamente: lâmpadas, relógios, encanamentos, etc. Depois, de consertar ou eliminar, dê ordem no que sobrou." fonte: http://jn2.sapo.pt/seccoes/mensagem.asp?40813
Escrito por JULIA ALVES RIBEIRO null em 01/09/2005
 "ASPAS DO DIA
"Hiroshima, seis de agosto de 1945, às 8:45 da manhã: os americanos jogam a primeira bomba atômica da história. Comemoram. Cento e noventa mil mortos: crianças, mulheres, idosos, deficientes, civis... Nenhum soldado. Afinal, quem são os terrorsitas do mundo?"
Aspas do Teatrólogo Pedro Paulo Cava, para a Revista JB Ecológico de setembro de 2005.
Escrito por JULIA ALVES RIBEIRO null em 01/09/2005
 fonte: http://talktohimselfshow.zip.net/ Profissão: estagiário!
Até metade da faculdade, infinitas chopadas e sonecas a tarde. Um belo dia tudo isso acaba! Parabéns você se tornou um estagiário! No seu vocabulário: bolsa-auxílio e vale refeição, além de muitas histórias para contar. Você tem pesadelos com tabelas de excel e relatórios? Você sonha que vai ser contratado, mas sabe que será substituído por outro estagiário? Se seu chefe te odeia, se você já perdeu um trabalho inteiro antes da reunião, se você cansou te tanto tirar xerox/enviar fax/buscar café, se você mentiu no currículo e se deu mal... sua profissão: estagiário! (J.R)
Escrito por JULIA ALVES RIBEIRO null em 31/08/2005
1, 2 ,3 testando... ass: Creide
Escrito por JULIA ALVES RIBEIRO null em 29/08/2005
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